
Foto de Sônia Figueiró Poema pela Paz Maria Elisa Rosa, sábado, eco, rápido. Passa um homem pela calçada, levando um prato vazio nas mãos. Branco como a paz. Eu pego o balão perdido do menino e penso, na união dos povos em misericórdia de Deus.
Escrito por mariaelisagoes às 18h55
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24.05.09 foi um dia especial! Teve uma festa na Igreja da Piedade comemorando 8 anos da existência da Rádio Dom Bosco. Houve uma homenagem também a Santa Maria Auxiliadora patrona da Rádio, em seguida, no salão paroquial eu e varias pessoas homenagiamos nossa senhora, teve um bazar e depois um delicioso coquetel. Quero deixar aqui registrado a minha experiência durante esses 8 anos de Rádio Dom Bosco. Quando ingressei na Rádio Dom Bosco, através do Padre Sebastião fui convidada a ser secretária da locutora Maria Alves e minha função era orientá-la no programa Bom Dia com Jesus que ainda hoje faz com muita garra. A experiência que tive na Rádio Dom Bosco foi muito proveitosa, pois desenvolveu a minha comunicação com o povo e lá aprendi a ouvir problemas e ajudar as pessoas com dificuldades. Nesses últimos oito anos sempre fui muito presente na Rádio Dom Bosco, ajudando sempre que solicitada. Quero fazer uma homenagem especial ao Padre Orseni que é um homem cheio de Deus, carismático, autêntico e um grande orientador espiritual. Sou voluntaria da rádio Dom Bosco e jamais poderia viver sem estar presente em todas as ocasiões importantes, tudo que lá acontece faz parte da minha vida, as pessoas são muito queridas, e enquanto existir serei voluntária da Rádio Dom bosco, assim se Deus quiser.
Escrito por mariaelisagoes às 11h18
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Conheço uma garota Igual eu nunca vi Vive sonhando, um dia ser feliz Encontrar alguém A quem chame de mô Enche a paciência Chamando de mô, mô Mô, mô Gosto dele mesmo assim mô, mô... Conheço uma madame Nem é bom falar Só sei que desse jeito Não vai dá pra agüentar Quando ela reza Acabou o sossego Reza um pai-nosso E conta um segredo Adora um passeio É de se embonecar Adora roupa nova Ela quer esnobar Entra numa loja Já pensa em comprar Que sufoco danado Ô mulher pra gastar Entrou na auto-escola E aprendeu a guiar Vocês que se cuidem Que ela pode atropelar
(Valéria Góes)
Escrito por mariaelisagoes às 10h15
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DIA DAS MÃES Hoje precisamos de uma transformação para sermos pessoas prontas e fazermos o que possamos para enaltecer este mundo de hoje, tão cheio de aspectos negativos que o mundo destroem e as pessoas que procuram fazer melhorar a vida. Deus ilumina a humanidade de hoje, com pensamentos construtivos que ajudem a transformar o mundo para sermos mais fraternos e que todas as pessoas se entrelacem as mãos para ajudarmos aos menos favorecidos. Todos nós somos irmãos e precisamos de uns aos outros. Senhor, transforma o coração da humanidade formando um só laço fraterno para que todos juntos tenhamos um coração cheio de amor, esperança e doação. Hoje, meu Deus todo poderoso, me dê inteligência, discernimento para escrever algo que possamos sempre enaltecer, as pessoas que encontram ao ler em minhas palavras e que provoquem uma mudança o modo das pessoas verem o mundo, principalmente aquelas que vivem fora da realidade da vida cotidiana. Há pessoas que só vivem pesando em si, esquecendo que há algo muito mais importante. Errado é você só pensar naquilo que é passageiro, pois há sempre uma conseqüência futura. O importante é o ser uma pessoa íntegra, honesta e fraterna que só procure oferecer à todos os amigos coisas que vão lhes proporcionar um acréscimo no seu potencial e alta estima. Vamos melhorar tudo isso em coisas que possamos engrandecer nossos corações e que nos torne pessoas dignas. Senhor ajuda com seu poder e fraternidade, dê proteção para aqueles que necessitam. Agradeço ao meu deus por tudo que tem me dado, sua graça, esta dádiva. Pai, muito lhe agradeço.
Escrito por mariaelisagoes às 10h07
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RETRATO DE MÃE Há uma mulher que tem algo de Deus pela imensidade de seu amor e muito de anjo pela incansável solicitude de seus cuidados; uma mulher que, sendo jovem, possui a reflexão de uma anciã e, na velhice, trabalha com vigor da juvetude; uma mulher que, quando ignorante, descobre os segredos da vida com mais acertos que os sábios e, quando instruída, se faz simplicidade das crianças; uma mulher que, sendo pobre, se satisfaz com a felicidade daqueles que ama e, daria com prazer suas riquezas para não ter na alma a ferida da ingratidão; uma mulher que, sendo forte, se estremece ante o gemido de uma criança e, sendo débil, adquire, às vezes, a bravura do leão; uma mulher que, enqunto vive, não sabemos estimar, porque ao seu lado todas as dores se esquecem, mas que, depois de morta, daríamos tudo o que somos e tudo o que temos para pode vê-la de novo, para receber dela umabraço, para escutar de seus lábios uma só palavra. Não exijais de mim o nome desta mulher se não quiserdes que umedeça com lágrimas o nosso álbum, pois eu a vi passar no caminho. Quando vossos filhos crescerem, lede-lhes esta página, e eles, cobrindo de beijos vossa fronte, dirvos-ão que um humilde viajor, como paga da magnífica hospedagem recebida, deixou aqui, para vós e para eles - UM RETRATO DE MÃE. Dom Ramon Angel Jara Bispo de La Serena - Chile
Escrito por mariaelisagoes às 10h20
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Ser mãe
Hesitei por muito tempo, perguntar para Dona Maria o que é ser mãe. Alguém achou que eu seria capaz de responder e me encomendou um texto para o dia das mães que se aproximava. Nós estávamos sentados na varanda de sua casa, em nossa recorrente conversa silenciosa, ela na altura dos 95 anos fazendo seu crochê e eu nos meus quase quarenta lendo jornal do sul ao lado de uma espumante taça de cerveja gelada. O que é ser mãe? Perguntei finalmente. A resposta veio lacônica: não sei, eu nunca tive filho. Mas você criou tanta gente nessa vida, disse a ela, como querendo atiçar o fogo. Então você sabe a resposta, ela rebateu, como se nós estivéssemos numa mesa de ping-pong. Mas ela continuou. Realmente, muita gente passou pela minha mão, e isso desde muito cedo. Quando meu pai ficou viúvo, ele chegou para mim e disse que como irmã mais velha, agora eu teria de cuidar dos meus irmãos e da minha irmã. Mais velha! Eu era apenas uma criança de seis anos de idade. Quando casei, levei todos eles para morar conosco, três moleques e minha irmã mais nova. Os três garotos cresceram e começaram a dar muito trabalho e preocupação. Eu e meu Velho decidimos despachar as pestes: um para polícia, outro pro exército e o último foi ser grumete. Meu Velho era médico na cidade, e me confessou antes de casar que não poderia me dar um filho. Eu quero viver com você, foi minha resposta. E foi naquela tarde, que nós selamos o compromisso de cuidar um do outro pelo resto de nossas vidas. E assim foi durante os 60 anos em que estivemos juntos. Maria já estava com os olhos marejados, era sempre assim quando ela se lembrava do seu Velho. A recomendação das filhas era tentar mudar de assunto, falar das flores do jardim, por exemplo. Mas Maria continuou a falar sem me dar tempo de reagir. Uma manhã, Meu Velho voltou de um atendimento de urgência na madrugada com um bebe enrolado numa toalha. A mãe tinha morrido no parto e não havia quem pudesse cuidar da criança. Eu cuidei, mas era uma criatura frágil e, por maior que fossem nossos esforços, ele não ficou conosco por muito tempo, uma paralisia o levou. Naquele tempo a vida era muito frágil, disse. Como hoje em dia, pensei em retrucar. Silenciei. Depois veio uma sobrinha de meu marido morar com a gente. Ela e minha irmã se tornaram eternas companheiras. Eram amigas inseparáveis. Ela chegou adolescente e só saiu para casar com um jovem médico da equipe do Meu Velho. Depois viemos morar na capital e fiz questão de construir esta casa enorme, muitos quartos, sala, cozinha, despensa, varanda e jardim, para receber quem chegasse. Parece que eu estava adivinhando o futuro. Um dia, recebi uma carta de meu irmão, o grumete, em que contava que havia ficado viúvo e estava com dificuldades de criar os dez filhos gerados pelo casal. Respondi de pronto, traga os menores para cá. E assim foram chegando e no fim, eu já nas beiradas dos 60 anos, recebi nesta casa, cinco filhos do meu irmão. Já vieram prontos, entre 5 e 15 anos, três mulheres e dois rapazes. Os amigos e a parentada reclamaram, diziam que nós já estávamos velhos e que aquilo era loucura. Fiz ouvidos de mercador, se não gostassem, que fossem ter em outra freguesia, pois meus sobrinhos agora eram meus filhos. Não queria provar nada a ninguém, apenas segui o meu coração. Com certeza valeu a pena Maria, eu disse. Sem nenhuma dúvida meu filho, faria tudo outra vez, pode acreditar. Acredito. Sai de lá correndo atrás de papel e lápis para escrever o texto para o jornal. Acolher e cuidar dos presentes que a vida nos reserva, esse era o que minha mãe, Maria, me ensinou naquela tarde. Escrevi o texto que foi publicado, até recebi parabéns. Mas só eu sei que não pude passar em palavras toda a emoção que senti. Ser mãe é afinal um atributo essencialmente feminino, coisa genética mesmo, e com a natureza não se deve discutir. A nós, homens, só nos resta o papel de sermos pai, que espero tentar cumprir do modo como Maria cumpriu seu papel de mãe.
Julio Cesar Góes
Escrito por mariaelisagoes às 08h50
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Reflexões de mãe Eu lhe dei a vida, mas não posso vivê-la por você. Eu lhe ensino muitas coisas, mas não posso aprender por você. Eu lhe mostro direções para a vida, mas não posso caminhar por você. Eu posso lhe mostrar a fé, mas não posso fazer você acreditar. Eu posso lhe mostrar o bem e o mal, mas não posso decidir por você. Eu posso lhe comprar lindas roupas, mas não posso fazer belo o seu interior. Eu posso lhe dar conselhos, mas não posso fazer você aceitá-los. Eu posso lhe ensinar o respeito, mas não posso forçar você a ser honrado. Eu posso lhe prevenir sobre o seus amigos, mas não posso escolher por você. Eu posso lhe falar sobre sexo, mas não posso lhe conservar puro. Eu posso lhe falar sobre fatos da vida, mas não posso construir sua reputação. Eu posso lhe falar sobre drogas e vícios, mas não posso dizer "NÃO" por você. Eu posso lhe falar sobre bondade, mas não posso forçar você a ser gentil. Eu posso lhe falar sobre o Senhor, mas não posso fazer do Senhor o seu Senhor. Eu posso orar por você, mas não posso fazer você caminhar com Deus. Eu posso lhe ensinar como viver, mas não posso lhe dar a vida eterna. Eu posso lhe amar incondicionalmente por toda a minha vida. E ISSO EU FAREI...
Escrito por mariaelisagoes às 10h01
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PARA SEMPRE Carlos Drummond de Andrade Porque Deus permite que as Mães vão-se embora? Mãe não tem limite, é tempo sem hora, luz que não apaga quando sopra o vento e chuva desaba, veludo escondido na pele enrugada, água pura, ar puro, puro pensamento. Morrer acontece com o que é breve e passa sem deixar vestígio. Mãe, na sua graça, é eternidade. Porque Deus se lembra - mistério profundo - de tirá-la um dia? Fosse eu Rei do Mundo, baixava uma lei: Mãe não morre nunca, mãe ficará sempre junto de seu filho e ele, velho embora, será pequenino feito grão de milho. FELIZ DIA DA MÃES
Escrito por mariaelisagoes às 09h42
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Discurso da Maria Elisa

Maria Elisa no lançamento de seu livro " Mais de 80 voltas em torno do sol"
Escrito por mariaelisagoes às 20h13
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Adorei o dia do meu aniversario, pois, vieram todas as minhas amigas que muito admiro. Todas são muito queridas e sinceras. Obrigada!
Escrito por mariaelisagoes às 09h59
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Gêmeos Singulares
Alfredo e Elisa se casaram e naturalmente queriam filhos. Naquela época não havia planejamento familiar. Ou melhor, o plano era: nasceu a gente cria, se vingar. Assim o limite era a própria natureza das coisas. Para Alfredo, homem tinha de provar sua macheza. O primeiro rebento tinha que ser homem e deveria nascer em nove meses, a contar da noite de núpcias. O tempo passou: um mês, dois meses, três meses e nada de prenhes. Alfredo já estava ficando preocupado. Isso não podia estar acontecendo com ele. Logo ele, que comparecia todos os dias, sem falta. Dona Elisa já acabrunhada com a demora, confidenciou suas preocupações com uma amiga; seu casamento estava com risco a desabar. A amiga indicou uma parteira benzedeira que era famosa de resolver casos de gravidez encruada, talvez ela desse uma solução. Dona Elisa desesperada, foi se consultar com a parteira. Esta ouviu a história, fez umas perguntas, que deixaram D. Elisa envergonhada e no fim se levantou, foi até uma prateleira e voltou com um frasco na mão. Toda noite, quando seu esposo chegar do trabalho, bote uma colher dessa porção na gemada que você mesma terá que preparar para ele. Dona Elisa não perguntou nada. Recebeu o frasco e foi embora, preparar a gemada. O resultado veio nove meses depois num dia primeiro de abril. Dona Elisa com uma barriga imensa, a parteira de sobre aviso e Seu Alfredo com um largo sorriso no rosto, já tinha separado o Porto e o charuto, para chegada do primogênito. Já era noite quando os trabalhos começaram e meia hora antes de terminar dia D. Elisa já estava com seu rebento nos braços, sob o olhar cúmplice da velha parteira. Toda a casa era só alegria, José Alfredo finalmente tinha chegado e Seu Alfredo já dava as primeiras baforadas no charuto cubano que tinha comprado especialmente para a ocasião, quando o relógio da sala bateu 12 vezes. Foi nesse momento que se ouviu a gritaria lá do quarto. Alfredo quis saber o que estava acontecendo. Dona Elisa entrou no trabalho de parto novamente. - vem outra criança aí Seu Alfredo, disse a parteira. E a azáfama recomeçou com o entrançado do mulherio e sua vozeria. Assim nasceu uma menina que veio se chamar Maria Elisa. José Alfredo e Maria Elisa se tornaram gêmeos singulares. A vida toda fizeram questão de aniversariar, cada um no seu dia. Maria Elisa afirma sempre com uma ponta de orgulho que era ela a primogênita da família, e não o seu irmão. Uma mulher e não um varão, como queria meu pai. Dizia ainda que se recusou a nascer no dia da mentira e, por isso, expulsou o irmão franzino do conforto do útero da mãe, a pontapés. E ficou por lá até ouvir as badaladas do relógio, anunciando o dia 2 de abril. A mãe, Dona Elisa, dizia que ela mamava como uma desesperada e quase não deixava leite para o pobre do Alfredinho. Maria Elisa conta sempre que ela era muito mais esperta do que o boboca chorão do Zé Alfredo. E que só se arrepende de uma coisa: ter trocado os ossos com o irmão na hora da concepção. Como assim? Perguntei. É que eu fiquei com o quadril dele, e nunca pude ter parto normal. Os ossos não descolavam e para ter filho só fazendo cesárea. Na época, não era uma operação simples como hoje em dia. Tudo era mais difícil: anestesia geral, recuperação custosa e só podia engravidar depois de quatro anos. E tudo isso porque eu obriguei o Zé Alfredo a trocar os ossos comigo. Ele sim podia ter tido quantos filhos Deus permitisse. Julio Cesar Góes
Escrito por mariaelisagoes às 10h01
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Mais de 80 voltas em torno do sol (Orelha do livro) Foi num ônibus para Jacarecanga, há umas setenta voltas do sol atrás, voltando da Escola Normal num dia de sol em Fortaleza como tantos outros. Ela era uma garota de olhos brilhantes que nos sorri um sorriso feliz na capa deste livro, a rainha da inteligência, muito esperta, queria trocar o dinheiro que as irmãs Lulu e Zezé tinham lhe dado para pagar o cinema, que foi pago por um adimirador, e ela queria economizar o valor da entrada. Foi neste instante, na troca de olhares, ou depois, na conversa já na calçada da Tristão Gonçalves em que o aspirante, fardado de verde-oliva, o posteriormente revelado primo da amiga, certamente ficou encantado com a normalista. Ele que tinha acabado de receber o soldo, e precavido, como sempre continuou a ser, afereceu-se para trocar o dinheiro. Era o ingresso do amor. Dona Elisa a mãe zelosa das três filhas, não gostou nada daquele rapaz brincalhão, que com os olhos parecia comer sua filha e soltava beijos no ar na hora do blecute, enquanto ela apressada ia buscar a vela. A verdade é que o rapaz, o Aspirina como foi apelidado por pretendentes invejosos, tinha sido encantado, pelo resto da vida, por aquela garota cheia de vida que por ele se apaixonou para sempre. Esta história de amor que eu ouví tantas vezes, é a história do milagre da concepção da minha vida. Sem este encontro eu não estaria aquí escrevendo esta orelha para indicar o livro da vida desta garota alegre, Maria Elisa, que tenho o prazer de encontrar nesta vida, como Mãe. Este livro é o livro do encontro da Maria Elisa com a vida. A vida que se revela no encontro com os pais, irmãos, amigos, filhos, sogros, sobrinhos. No encontro com as cidades, com a alegria e a dor. Com a Bia, um anjo da guarda. Com seu Tontonho, o amor. E o maravilhoso encontro com Deus, que talvez não seja outra coisa senão o encontro consigo mesma. Julio César.
Escrito por mariaelisagoes às 09h56
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A páscoa é o período em que nós crescemos espiritualmente, todos nesse período deveriam se aproximar mais de Deus e do seu próximo, para engrandecer sua vida espiritual. Feliz Páscoa!
Escrito por mariaelisagoes às 12h13
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Mais de 80 voltas em torno do Sol
Mais de 80 voltas em torno do sol é o nome do livro que escrevi relatando as hitórias que vivi durante minha vida... O que o Conselho Editorial Premiuns escreveu: "Para ler Mais de 80 voltas em torno do Sol torna-se necessário estar disposto a fazer uma viagem pelo tempotendo como companhia uma jovem senhora de 81 anos, Maria Elisa Goes Ferreira. Maria Elisa é uma mulher determinada, mais sem perder em nenhum momento a ternura e a alegria próprias das pesoas sábias, como Santa Terezinha de quem é devota. Corajosa, sempre caminhou à frente de seu tempo. Maria Elisa seria facilmente uma personagem machadiana ou elencariana. Embora vaidosa, dedicada, assegura que sua fortaleza vem de Deus e que se deixa levar pelo sopro do Espírito Santo. Pelas paginas de Mais de 80 voltas em torno do Sol a autora nos revela que a felicidade é tecida com os fios da simplicidade, como os incontáveis encontros fraternos na casa do Morro Branco a qual ela denomina "casa dos sonhos". Só os que optam em ser livres têm na sua lista de preferência itens tào singelos como bacalhau, banho quente em banheira, camisola de cetim e esmalte vermelho. Somente os que apredenram a saborear a vida como um doce preferido, sem ressalvas, tornam-se amigos do tempo. Maria Elisa é tão companheira to tempo que tem uma coleção de relógios e certamente tem muitos outros projetos além deste, que acaba de realizar: escrever sua própria história"
Escrito por mariaelisagoes às 12h32
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